Natalie Dormer Brasil
Primeira e maior fonte sobre a atriz britânica Natalie Dormer no Brasil.

Natalie Dormer, estrela de Game of Thrones e Jogos Vorazes, em seu novo filme de horror, Floresta Maldita.

Natalie Dormer interpreta Cressida em Jogos Vorazes e Margaery em Game of Thrones. Agora ela está estrelando Floresta Maldita, um filme de horror sobre uma mulher que se aventura a ir em um lugar suicida no Japão para encontrar sua irmã desaparecida.

NME.com: Vá em frente. Venda Floresta Maldita para nós.

Natalie Dormer: É um terror psicológico realmente bom. Do tipo que entra em sua mente.

NME: Você tem estado em dois fenômenos da cultura pop: Jogos Vorazes e Game of Thrones. Qual deles tem tido um maior impacto na sua carreira?

ND: Seis de um, meia dúzia de outro. Eu não poderia escolher entre os dois maiores fenômenos atuais. As pessoas perguntam sobre… Thrones, mais frequentemente. Por muito tempo, a principal pergunta foi “Joffrey é ruim na vida real também?”. A resposta era “Não, Jack Gleeson, que interpreta o Joffrey, é absolutamente deslumbrante”.

NME: O que aguarda Margaery na sexta temporada de Game of Thrones?

ND: Novos desafios e novos inimigos. Ela está tentando desesperadamente sair do cárcere e ela é ardilosa. Você não sabe se ela está sendo sincera ou não. Isso é o que eu amo em interpretar a Margaery: eu sempre não tenho certeza se ela está sendo sincera. Em uma cena eu parecerei que sim, em outra não, e vou deixar o editor juntá-las (as cenas).

NME: O diretor de Jogos Vorazes, Francis Lawrence, tem falado provisoriamente sobre algum tipo de prequel ou spin-off. Isso poderia funcionar?

ND: Poderia funcionar, definitivamente. A fome está lá – mesmo que não intencionalmente. Mas tudo isso começou com a Suzanne (Collins, autora dos livros). Todo o universo de Panem veio dela, então se ela não for escrevê-lo, não acontecerá.

NME: Jennifer Lawrence disse que está querendo se aventurar na direção. Você acha que ela se sairá bem?

ND: Eu não tenho a menor ideia! Mas ela é uma excelente contadora de histórias e ela é boa com emoções humanas e verdades. Eu tenho um enorme respeito por diretores. É algo difícil, um trabalho de multitarefas. Eu reverencio qualquer um que faça isso.

NME: Como foi Madonna na direção de W.E., em 2011?

ND: Você precisa de paixão e instinto e Madonna tem ambos. Mas eu não posso realmente falar sobre isso com você porque eu assinei um acordo de confidencialidade que foi mais grosso que o meu contrato. Mas uma coisa que eu posso dizer é que ela é trabalhadora. Ela realmente se doa em 100%.

NME: Nos 11 anos em que esteve trabalhando, você tem notado um aumento no número de personagens femininas fortes, bem elaboradas?

ND: Gradualmente, sim, e isso foi influenciado pelos escritores televisivos. O cinema está finalmente entendendo o que a televisão já sabe tem um tempo, que a complexidade e identificação feminina é algo a qual tanto a audiência masculina quanto a feminina respondem. Ter uma representação decente de metade da nossa população é algo atrasado e não está acontecendo tão rapidamente quanto todo mundo gostaria. O que estamos objetivando é a irrelevância de gênero. Não deveria ser algo sobre se o personagem é masculino ou feminino; deveria ser sobre se eles são críveis, se os diálogos soam reais. Maus roteiros são maus roteiros e isso começa na escrita.

Fonte: NME

Tradução: Natalie Dormer Brasil

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