Natalie Dormer Brasil
Primeira e maior fonte sobre a atriz britânica Natalie Dormer no Brasil.

Natalie Dormer aprecia trabalhar em coisas novas porque é bisbilhoteira e gosta de conhecer novas pessoas.

A atriz de 34 anos – que está noiva do ator Anthony Byrne – nunca teve problemas em trabalhar com novas pessoas e ela está sempre entusiasmada para conhece-las o melhor possível.

Ela disse: “Eu sou uma bisbilhoteira. E eu sou noiva de um irlandês e os irlandeses são muito curiosos e adoram conversar com as pessoas. Então, sim, eu gosto de fazer várias perguntas às pessoas, onde quer que eu vá. Eu gosto de conhecer as pessoas com quem eu trabalho”.

Natalie atualmente pode ser vista estrelando Floresta Maldita, juntamente com Taylor Kinney e ela curtiu passar um tempo com seu co-estrela e a noiva dele, Lady Gaga.

Ela disse: “Taylor é incrível. Eu o adoro. Ele tem uma tranquilidade e um charme que são tão naturais e isso combina perfeitamente com o personagem dele. Gaga veio nos visitar e nós todos saímos para jantar. Foi muito divertido”.

Apesar da beldade loira ter se lançado à chance de aparecer em um filme de terror, ela admite que prefere assistir a comédias.

Ela contou a LOOK Magazine: “Eu realmente não gosto de filmes de terror, eu prefiro comédias. Eu não tenho prazer em ficar assustada. Eu sou um pouco medrosa. Eu gosto de filmes de terror psicologicamente interessantes”.

Fonte: XPOSÉ.ie

Tradução: Natalie Dormer Brasil

Natalie Dormer, estrela de Game of Thrones e Jogos Vorazes, em seu novo filme de horror, Floresta Maldita.

Natalie Dormer interpreta Cressida em Jogos Vorazes e Margaery em Game of Thrones. Agora ela está estrelando Floresta Maldita, um filme de horror sobre uma mulher que se aventura a ir em um lugar suicida no Japão para encontrar sua irmã desaparecida.

NME.com: Vá em frente. Venda Floresta Maldita para nós.

Natalie Dormer: É um terror psicológico realmente bom. Do tipo que entra em sua mente.

NME: Você tem estado em dois fenômenos da cultura pop: Jogos Vorazes e Game of Thrones. Qual deles tem tido um maior impacto na sua carreira?

ND: Seis de um, meia dúzia de outro. Eu não poderia escolher entre os dois maiores fenômenos atuais. As pessoas perguntam sobre… Thrones, mais frequentemente. Por muito tempo, a principal pergunta foi “Joffrey é ruim na vida real também?”. A resposta era “Não, Jack Gleeson, que interpreta o Joffrey, é absolutamente deslumbrante”.

NME: O que aguarda Margaery na sexta temporada de Game of Thrones?

ND: Novos desafios e novos inimigos. Ela está tentando desesperadamente sair do cárcere e ela é ardilosa. Você não sabe se ela está sendo sincera ou não. Isso é o que eu amo em interpretar a Margaery: eu sempre não tenho certeza se ela está sendo sincera. Em uma cena eu parecerei que sim, em outra não, e vou deixar o editor juntá-las (as cenas).

NME: O diretor de Jogos Vorazes, Francis Lawrence, tem falado provisoriamente sobre algum tipo de prequel ou spin-off. Isso poderia funcionar?

ND: Poderia funcionar, definitivamente. A fome está lá – mesmo que não intencionalmente. Mas tudo isso começou com a Suzanne (Collins, autora dos livros). Todo o universo de Panem veio dela, então se ela não for escrevê-lo, não acontecerá.

NME: Jennifer Lawrence disse que está querendo se aventurar na direção. Você acha que ela se sairá bem?

ND: Eu não tenho a menor ideia! Mas ela é uma excelente contadora de histórias e ela é boa com emoções humanas e verdades. Eu tenho um enorme respeito por diretores. É algo difícil, um trabalho de multitarefas. Eu reverencio qualquer um que faça isso.

NME: Como foi Madonna na direção de W.E., em 2011?

ND: Você precisa de paixão e instinto e Madonna tem ambos. Mas eu não posso realmente falar sobre isso com você porque eu assinei um acordo de confidencialidade que foi mais grosso que o meu contrato. Mas uma coisa que eu posso dizer é que ela é trabalhadora. Ela realmente se doa em 100%.

NME: Nos 11 anos em que esteve trabalhando, você tem notado um aumento no número de personagens femininas fortes, bem elaboradas?

ND: Gradualmente, sim, e isso foi influenciado pelos escritores televisivos. O cinema está finalmente entendendo o que a televisão já sabe tem um tempo, que a complexidade e identificação feminina é algo a qual tanto a audiência masculina quanto a feminina respondem. Ter uma representação decente de metade da nossa população é algo atrasado e não está acontecendo tão rapidamente quanto todo mundo gostaria. O que estamos objetivando é a irrelevância de gênero. Não deveria ser algo sobre se o personagem é masculino ou feminino; deveria ser sobre se eles são críveis, se os diálogos soam reais. Maus roteiros são maus roteiros e isso começa na escrita.

Fonte: NME

Tradução: Natalie Dormer Brasil

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